sábado, 19 de setembro de 2015

Balada itinerante

A ação "Balada itinerante" reafirma a relação entre performance e som. Através da música, em ritmo mais acelerado, o performer executa livremente uma dança. Apenas se baseando em movimentos soltos no espaço, cria-se então uma atmosfera dançante e envolvente. Ao caminhar pela rua, o performer é capaz de perceber que lugares precisam da vida que o som traz e começa a ação. Buscando diferentes lugares, ele segue reiniciando.
O objetivo da performance é o de libertar o corpo, o qual muitas vezes fica restrito a dançar apenas em locais fechados. A música, capaz de tocar os seres humanos de diversas formas, deve libertar e não prender.







Data: 17/09/2015
Duração: 30 mins
Performer: Mariana Schumacher 
Registro: Bruner Santos


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Cia. Excessos

Fotografia de Patrícia Marques

Sobre a Cia. Excessos


A Cia. Excessos é formada pelos artistas Paulo Aureliano da Mata e Tales Frey, cuja característica

principal, nas suas concepções, é a multidisciplinaridade. Esse duo vem construindo uma pesquisa cênica
de forma híbrida, tendo em vista os possíveis diálogos entre vídeo, teatro, performance e fotografia.
A companhia conta também com artistas convidados para integrar a equipe técnica da maior parte dos

trabalhos.

Statement


O corpo é pivô nas nossas concepções artísticas. Não nos centramos unicamente no logos. Procuramos 

validar o discurso figural através dos cruzamentos de linguagens artísticas, trazendo à tona os nossos 
instintos particulares, que são aflorados de forma espontânea ou, inversamente, até mesmo consciente. 
O corpo é agente principal nas nossas criações, tanto o que surge da sua materialidade mais lógica quanto
ao universo onírico que dele advém num estado de inconsciência. A arte é o porta-voz do nosso 
microcosmo e, como nós precisamos nos comunicar com o macrocosmo, produzimos arte, vivemos arte.
A vida e a arte se fundem nos nossos trabalhos, que, muitas vezes, exploram políticas queer para gerar 
pensamento crítico contra uma relação de poder controlador/disciplinar amparado numa lógica 
proporcionada pelos regimes de normalização.

Paulo Aureliano da Mata e Tales Frey (Cia. Excessos)
Fonte:


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Meu corpo é um acontecimento



Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Belas Artes Mestrado em Artes

2009 

Arte e Tecnologia da Imagem 
Profa. Dra. Patricia Dias Franca Huchet



Wagner Rossi Campos

Área de Concentração:
Orientadora:



RESUMO
O trabalho que segue, MEU CORPO É UM ACONTECIMENTO, dissertação apresentada ao Curso de Mestrado em Artes da Escola de Belas Artes/UFMG, investiga o corpo na primeira pessoa. Objeto e sujeito da ação, o corpo sensível faz do ato um acontecimento. Assim, aborda questões, tais quais: a arte da performance, a fotografia, o vídeo, os gestos do artista, o tempo, o lugar, o individual e o global, os afetos e percepções, a realidade e a virtualidade, objetivando uma análise capaz de confluir teoria e prática, arte e vida. Como suporte para a pesquisa, estuda o pensamento como um elemento construtor de mundos e suas implicações conceituais, inseridas na contemporaneidade. Os desdobramentos, advindos de tal reflexão, são os elementos construtores dessa escrita

terça-feira, 15 de setembro de 2015

CEIA

Centro de Experimentação e Formação de Arte 

O CEIA – Centro de Experimentação e Informação de Arte tem coordenação geral do historiador de arte Marcos Hill e do artista plástico Marco Paulo Rolla, e coordenação editorial da artista plástica e gráfica Viviane Gandra. Intercâmbios de diversas naturezas, assim como a criação de uma rede a longa distância são metas do CEIA que já possibilitam uma série de atividades realimentadoras de idéias e processos criativos relativos à produção artística brasileira.

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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O corpo e o material: uma reflexão social do desejo na vida, através da Arte


Marco Paulo Rolla
Belo Horizonte Escola de Belas Artes /UFMG 2006 


Resumo
Atravessando a história da Arte e a do homem em busca de seus desejos, traço um paralelo entre o desenvolvimento de minhas poéticas artísticas e as ações ocorridas nessa história, buscando entender a contemporaneidade como uma causa ou um resultado de cada realidade. Relaciono as situações sociais do agora com as ações propostas em minha obra, pois somos resultado desse meio e somente mediante o distanciamento analítico podemos adquirir visões críticas da vida no presente. Ao fazer ligações com artistas e movimentos na Arte que, ao longo do processo de minha obra, chamaram a atenção por sua energia de transformação e vivacidade em suas realidades, analiso as semelhanças e a importância desses movimentos e pessoas para hoje podermos usar a Arte como um instrumento de reflexão sobre a vida. 

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