sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Grupo EmpreZa

“Eles têm essa relação com o corpo que é algo muito recorrente em suas performances. Esse tipo de pesquisa que fazem os coloca hoje como um dos grupos mais importantes dessa área no país”, diz Bruno Figueiredo (artista e fotógrafo mineiro)

Nossa poética é fortemente ancorada na materialidade do corpo, e em suas qualidades simbólicas, remetendo às estratégias da Body-Art dos anos 60 e 70 do sec. XX. Nossas obras remetem ora a momentos de grande lirismo, ora a quadros de violenta escatologia, e pretendem-se sempre como alegorias corporais políticas do sujeito em seu meio.


Fundado em 2001, o Grupo EmpreZa é um coletivo artístico com atuações pautadas na performance arte, nas experimentações com o vídeo e com a fotografia.
O principal eixo poético do grupo é o próprio corpo e seus desdobramentos, a partir de um reconhecimento de diversas situações humanas, coletivas e individuais, contemporâneas. A maioria das ações opera com questões como corpo individual e corpo coletivo, corpo privado e corpo público, corpo natural e corpo cultural, corpos centrais e corpos periféricos, e de como, sendo nosso corpo a nossa âncora existencial, ele se situa e se comporta nos substratos da realidade. Esta abordagem considera a idéia de um corpo que, de fato, é a coisa mais universal que o ser humano possui, nosso vínculo com a lama primordial, onde se situa nosso parentesco com as outras coisas, nosso claustro de prazeres e dores, fonte de todos os desejos, portanto de todas as dúvidas, e nossa única chance de existir. Integrantes: Aishá Terumi Babidu Christiane Frauzino Keith Richard Mariana Marcassa Paulo Veiga Jordão Rafael Abdala Thiago Lemos















Referências:
- http://www.otempo.com.br/divers%C3%A3o/magazine/artistas-p%C3%B5em-museu-em-xeque-1.874808
- https://www.facebook.com/EmpreZaGrupo
- http://www.grupoempreza.blogspot.com.br/
- https://www.youtube.com/channel/UCViGq733-K36zVGXW7Dcxag

UERJ SEM MUROS

Apresentação do projeto Núcleo de Pesquisa Corporal no último dia 25 de Setembro.





segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Performa(ti)Cidades

24, 25 e 26 de Setembro de 2014

"O Colóquio Internacional Performa(ti)Cidades reúne um grupo de professores, artistas-pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação dos campos da dança, do teatro, da performance, das artes visuais, da filosofia, da comunicação e educação, para apresentação de trabalhos que tenham como foco o tema do corpo/cidade/performatividade. 
Pensando como lugar de encontros, de intercâmbios e produção de saberes em rede, o colóquio constitui alguns dos desdobramentos do projeto Zonas de Contato, que se constitui de um programa de resistência artística e de intercâmbio cultural voltado para o fortalecimento das pesquisas e produções artísticas de grupos e coletivos da cidade do Rio de Janeiro e do interior do estado.

O projeto Zonas de Contato iniciou-se em 2011 vinculado ao projeto de extensão Palco em Debate, do Instituto de Artes da UERJ; mas, foi a partir de 2012 com o apoio da FAPERJ, que o projeto ampliou sua rede de parcerias, proporcionando novas discussões acerca das relações entre arte, intervenção e coreografias urbanas, que resultaram na criação de performances e de experimentos cênicos voltados para o cenário voltados para o cenário expandido das cidades." 




Instituto de Artes 
Direção
Denise Espirito Santo
Comissão cientifica
Aldo Victorio, Alexandre Sa e  Eloisa Brantes 
Comissão organizadora 
Ana Paula Emerich, Carmen Luz, Julia Lotufo, Juliana Cunha, Juliana Zarur, Natalia Regina, Paola Marugan, Raquel Lazaro, Rodney Wilbert, Sara Panamby e Violeta Pavão


informações:
 facebook.com/PerformaCidades
performacidades.wix.com/performaticidades
performa.cidades@gmail.com
facebook.com/ZonasdeContato
zonasdecontato.wix.com/zonas-de-contato

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Confiança


Autor: Mariana Schumacher Aguiar
Co-autor: Alexandre Sá Barretto da Paixão

O participante principal será guiado por vários ajudantes dentro de um espaço público após ter os olhos vendados por um pano preto. Cada pessoa que acompanhar o performer será responsável por guiá-lo dentro do espaço e entregá-lo até outra pessoa que cumprirá essa mesma função.  O objetivo da ação é deixar-se levar e aprender a confiar dependendo do outro. Através dessa relação que se estabelece entre os indivíduos, as preocupações se tornam mais amenas e a realização pessoal de que não podemos decidir tudo sozinhos é alcançada.  A performance dura cerca de 30 minutos.

Local: Universidade do Estado do Rio de Janeiro 
Data: 18/09/2014


Foto: Nathan Gomes
Foto: Nathan Gomes

Foto: Nathan Gomes

Foto: Nathan Gomes

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Você sabe para onde está indo ou apenas segue o fluxo?

O Núcleo de Pesquisa Corporal também se propõe a pensar e realizar performances artísticas. A ação "Você sabe para onde está indo ou apenas segue o fluxo?" foi realizada no mês de Setembro e parte de uma questão pessoal da estagiária Mariana Schumacher cuja pressão para decidir seu futuro profissional é uma grande agonia. Assim como para muitos jovens e para aqueles, mais velhos, que acabaram vivendo apenas seguindo o fluxo de uma sociedade que impõe seu ritmo de trabalho e não tomando suas sinceras decisões.


Performance/2014
Autor: Mariana Schumacher Aguiar
Co-autor: Alexandre Sá Barretto da Paixão

O performer se coloca em um local de grande circulação de pessoas assim como a entrada da UERJ e começa a entregar panfletos com a seguinte pergunta: "Você sabe para onde está indo ou apenas segue o fluxo?".
O objetivo da ação é o de instaurar o questionamento na cabeça daquele que aceita o papel. Afim dele se perguntar se está realmente indo fazer ou realizando o que realmente deseja para a sua vida.

Registros: Thatiana Montenegro








terça-feira, 16 de setembro de 2014

Zmário



José Mário Peixoto Santos (Zmário) é educador, artista performático e pesquisador da linguagem artística performance. Mestre em Artes Visuais (Teoria e História da Arte) pelo PPGAV - Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes - UFBA.

Referência: http://www.zmarioperformer.blogspot.com.br/



  • A sombra dos pilotis, 2011. Festival Performance Arte Brasil - MAM Rio de Janeiro




  • Teorias e conceitos bem amarrados (palestra performática), 2007-11. 


  • Fluorescência Z1M1, 2009-13

O artista utilizará água e sabão antibacteriano para lavar as mãos de maneira obsessiva e compulsiva nos sanitários públicos e fontes do centro da cidade enquanto cria uma coreografia no ritmo de música eletrônica (Ma House, DJ Fernando Ribeiro). A ação faz referência não somente à Influenza H1N1, mas de maneira geral aos medos, fobias e ansiedades tão comuns na sociedade contemporânea. Ao término da ação, algumas imagens serão editadas/transformadas em cores fluorescentes e lançadas na rede mundial de computadores como um “vírus imaginário” que, em tempos de pavor e mortes anunciadas, poderá contaminar a todos com leveza e bom humor.

"Fluorescência Z1M1", 2013.

Performance integrante da Mostra Casa Aberta, Vivadança Festival Internacional 2013. 
Passeio Público, Teatro Vila Velha. 
Salvador, Bahia, Brasil.
Curadoria geral: Cristina Castro.

Set "Ma House", DJ Fernando Ribeiro:

Vivadança:

Registros: Arthur Scovino.



Mostra OSSO Coletivo de Performance Urbanas. Série: Praças. (2009)
Registro: Tuti Minervino
http://www.zmarioperformer.blogspot.com.br/

Performance e os movimentos estéticos de vanguarda

PERFORMANCE E OS MOVIMENTOS ESTÉTICOS DE VANGUARDA
Ana Erica Reis da SILVA (FL- UFG/ CAPES-REUNI)
anaerica86@gmail.com
Jamesson BUARQUE (FL-UFG)
jamessonbuarque@gmail.com


"Resumo: A performance como gênero que flutua por entre fronteiras de outras 
linguagens artísticas não se enquadra em limites disciplinantes, vez que valoriza o 
processo de liberdade criativo. Ao perpassar por movimentos estéticos como 
Futurismo, Dadaísmo, Surrealismo e a escola da Bauhaus, a performance funcionou 
como uma “mola” propulsora no que tange ser uma arte desprovida de regras e 
conceitos, visto que possibilitou aos artistas de cada estética experimentações das 
mais variadas, que iam desde um tipo de música diferenciada feita com ruídos até 
espetáculos deslumbrantes que misturavam teatro, circo, pintura e poesia. A partir 
dessas afirmações, pretendemos investigar como essas estéticas se relacionavam 
com a performance a fim de romper com a arte tradicional e propor novas formas, 
firmando-se como artes de vanguarda. "